Banco da Amazônia lança Rota do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte em Altamira

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O Banco da Amazônia vai lançar amanhã (20) a Rota do FNO, evento que tem a finalidade ampliar o conhecimento sobre as linhas de crédito do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO), gerar desenvolvimento econômico e social, com a visão ambiental, aquecer a economia e dinamizar a concessão de crédito. Será no município de Altamira, no Shopping Serra Dourada.

O evento contará com a presença do ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho; do Governador do Pará, Simão Jatene; Prefeito Municipal de Altamira, Domingos Juvenil Nunes de Sousa; Presidente do Banco da Amazônia, Marivaldo Melo; Diretor Comercial e de Distribuição do Banco da Amazônia, Luiz Claudio Teixeira Sampaio.

Para 2017, o Fundo tem cerca de R$ 1,4 bilhão destinado ao apoio do desenvolvimento econômico e social no Pará. Para a Região Norte, o Banco disponibiliza R$ 4,6 bilhões. A Rota do FNO tem como foco três frentes: capital de giro, custeio, máquinas e equipamentos.

De acordo com o Diretor Comercial e de Distribuição, Luiz Sampaio, o Banco espera atingir o máximo de pessoas interessadas em obter recursos do Fundo. “Queremos ser mais pró-ativos, indo diretamente ao cliente, qualificá-lo e conhecê-lo. Vamos apresentar nosso diferencial, todas as linhas do Banco, tanto comercial e de fomento e ainda divulgar os benefícios da Lei 13.340 de renegociação de dívidas para que o nosso cliente também possa liquidar ou renegociar sua dívida em até 85% de desconto”, informou.

A programação da Rota do FNO inclui a realização de palestras sobre produtos e as linhas de crédito oferecidas pelo Banco da Amazônia, sobre a oportunidade de renegociação de dívidas e assinaturas de contratos de financiamentos. A Rota vai percorrer 25 municípios-polos em toda a Região Norte. Somente no Pará, ocorrerão em 11 lugares: Belém, Carajás, Castanhal, Marabá, Paragominas, Redenção, Tailândia, Santarém, Itaituba e Altamira. “Mas o Banco vai atender todos os municípios paraenses por meio de representantes nesses polos. Vamos receber planos de negócios simplificados de financiamento, oriundos de qualquer cidade paraense, que receberão um selo da Rota do FNO e terão um atendimento diferenciado”, explica o diretor Luiz Sampaio.

Sampaio adianta que, em agosto deste ano, está prevista a criação da Central de Crédito no Pará, a exemplo do que já foi realizado no estado do Acre. “Estamos reduzindo nosso suporte de back-office para melhorar a concessão de crédito em toda a Amazônia e preparando nossa equipe em todas as unidades para receber os interessados em obter o FNO”.

O evento é destinado a interessados em obter crédito com recursos do FNO, associações de classes, sindicatos de classe, produtores rurais e contará com a presença de autoridades estaduais e municipais. O público presente em cada evento nos locais polos participará de palestras sobre o acesso às condições do FNO, linhas de crédito com prazos, limites e encargos financeiros diferenciados.

 

Sobre o FNO

O Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO) é um fundo de crédito criado pela Constituição Federal de 1988. É a principal fonte de recursos financeiros estáveis para o crédito de fomento da Região Norte e um dos principais instrumentos econômico-financeiros de execução da Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR).

As empresas e os produtores rurais que desejarem iniciar, ampliar ou modernizar atividades produtivas, na Região, podem contar com o apoio do FNO para financiar seus empreendimentos com prazo de pagamento diferenciado e baixas taxas de juros.

Segundo dados do Banco Central, o Banco da Amazônia responde por 64% do crédito de fomento no Norte do país. Em 2016, somente com recursos do Fundo Constitucional de Financimaneto do Norte (FNO), a instituição disponibilizou para a Região Norte R$ 3,38 bilhões, contratando R$ 2,33 bilhões (69%), sendo R$ 692 milhões para Rondônia, R$ 642,9 milhões ao Pará, R$ 563,5 milhões ao Tocantins, R$ 170,8 milhões para o Acre, R$ 162,4 milhões ao Amazonas, R$ 70,6 milhões para Roraima e R$ 31,6 milhões para o Amapá. 

Por Alcilene Costa

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